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Na hora do café

É chegado o momento mais aguardado do dia, o café da tarde. Não sei vocês, mas aqui em casa ele é servido às 17h. Como de costume eu sempre preparo o meu separado, pois sistemática e chata como sou gosto de saborear um café no bom e velho coador de pano feito em meu mancebo. Não é nada de tradição ou frescura, mas é que já testei e percebi que a qualidade do sabor e até mesmo do aroma do pó do café ficam diferentes no filtro de papel em relação ao de pano. Além de fazer o meu cafezinho em dose única, acabo por evitar o desperdício, já que faço a conta certa do que vou beber.

Mas antes de atacar os quitutes, claro que eu preciso registrar um pouco do que de vez em quando temos de gostoso aqui, já que não é todo dia que podemos ter um café da tarde tipicamente mineiro. isso porque se o fizermos, haja calorias pra queimar durante a caminhada em.

Acima está a minha caneca de sempre, que uso para fazer e tomar meu café. Já a latinha decorada é da Cacau Show, que comprei em 2011 com um monte de chocolates. Hoje ela me serve como porta pó de café, onde armazeno o café especial que compro especialmente para prepará-lo na hora de beber. E se me perguntarem se faz diferença: sim, total diferença. Até porque como a caneca é de ferro e se eu não beber na hora o café fica gelado rápido.

O tradicional bolo de cenoura com calda de chocolate não pode faltar nessa mesa farta. Mas um dia eu ei de mostrar-lhes o que é uma legítima mesa de café de uma tradicional família mineira. Aguardem que vocês não irão se arrepender!

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