Café: minha relação com a bebida e seus efeitos

Ler, experimentar, fazer e ter novas experiências. É assim que devemos fazer com aquilo que gostamos, no meu caso é em preparar um bom café.

Já nem sei mais quantas horas me dediquei a buscar na internet formas variadas em conseguir o sabor perfeito, se é que isso existe.

Não sou uma degustadora, muito menos entendo do assunto. A única coisa que tenho certeza é de que amo. Por isso passo tanto tempo procurando receitas e pesquisando marcas diferentes para experimentar.

Acredito que seja assim que aprendemos a educar nosso paladar. Porque gosto é assim e não se discute, o que é bom para você é aquilo que te agrada. Tem gente que ama um “cháfé” – não existe uma expressão que defina um mineiro como essa – enquanto outros preferem algo forte e mais encorpado. O que varia é a preferencia.

Ensinamentos e aprendizados sobre o café

Mas uma das coisas que descobri nessas minhas “degustações” é que devemos dar uma chance a todas as marcas que surgem no mercado, só assim poderemos dizer o que é bom ou não ao nosso paladar.

Não vou me estender no post falando sobre qualidade e tipos de grãos. Pois este é um assunto que demanda muito conhecimento, coisa que ainda não tenho.

O que vou registrar aqui hoje é uma receita super prática, que quem é cozinheiro dos tempos antigos vai até achar chato, mas que  quero compartilhar com vocês.

Nesta última semana dediquei meus dias a procurar uma forma de fazer com que o café especial que comprei, Mr. Black 100% Arábico, e mantivesse o máximo do sabor que o produto desta qualidade pode oferecer.

Eis que me deparo com o site da Associação Brasileira de Indústria desta bebida (Abic), num passo a passo para preparar a bebida em coador de moletom. Não sei se sou eu quem não sabe preparar café nesses coadores de papel ou se o negócio é ruim mesmo.

Como eu preparo e coou meu café

O fato é, sempre que coou o café no filtro de papel o gosto dele fica estranho. Mas a verdade é que sou fã mesmo do bom e velho coador de pano, de preferência de moletom. Além de passar o café mais rápido, o material absorve o sabor do pó.

Bolo de limão

O modo que testei hoje e aprovei em fazer o café para manter o máximo do seu sabor foi:

  • Colocar a água para esquentar em um recipiente;
  • Quando começa a dar aquelas bolinhas adicione no recipiente a quantidade de café desejada e misture;
  • Espere a água esquentar bastante e ferver. Em seguida coe o café e pronto. Temos o nosso famoso café e saboroso.

Posso não ter dito nada de novidade aqui. Mas ao testar a teoria de que ferver o pó dentro da água potencializa o sabor e aroma do café.

Rotina diária

Apesar de amar beber café e preparar alguns drinks de vez em quando, eu tenho um limite de consumo bem estabelecido. Não bebo mais que 150ml de café por dia.

Descobri, ao longo dos anos, que essa é a quantidade ideal que preciso ingerir de cafeína diariamente. Acordo, passo meu café e em seguida começo a trabalhar.

Sim, o meu dia só começa depois de uma bela xícara de café e essa quantidade é suficiente para me manter desperta e concentrada.

No café da tarde, costumo variar a bebida. Tomo uma vitamina batida com banana com morango ou mamão. Isso me mantém saciada para praticar ioga depois do expediente e até a janta.

Lorelay Gilmore pedindo um balde café
Eu digo que essa é a mais pura verdade, pois o amargor sobressai. Experimentei o mesmo café feito de jeitos distintos. Esta última é a melhor maneira de preservarmos o que o grão tem de melhor.

Se alguém conhece uma forma mais fácil de fazer o café e obter mais sabor dele, por favor me digam. Deixem nos comentários que terei o maior prazer em testar e contar aqui o que achei!

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